O meu fim-de-semana foi assim… Cheio de amor.

“Quinta das Lágrimas” – Coimbra

 

Este fim-de-semana foi bem diferente, divertido e interessante, sobretudo o sábado. Eu e a minha melhor metade fomos convidamos pela Fidalguia para comparecer naquele que foi o 1º congresso do amor.

O evento teve um âmbito muito agradável, misturando aspectos pertinentes do coração-órgão, a sua mecânica e funcionamento, com o lado mais romântico que lhe atribuímos, que é a capacidade de amar. Dois lados bem distintos deste órgão tão importante e tão brilhantemente “inventado”, ambos tão presentes no nosso dia-a-dia. Como foi dito no congresso e bem, porquê fazer congressos sobre tantas matérias e não fazer sobre aquilo que nos move a todos, que faz parte da vida de todos nós, de uma forma ou outra? Sim, porque existem várias formas de amor e não apenas o amor carnal que geralmente nos assalta de imediato o pensamento quando falamos sobre esta temática.

O dia começou assim bem cedo, para nos encontrarmos com o motorista da Fidalguia (muito profissional e atencioso, sempre prestável), que tinha por missão levar-nos a Coimbra, onde teria depois inicio as “festividades amorosas”.

Uma vez na Quinta das Lágrimas esperávamos um almoço divino, digno de Pedro e Inês, seguido do Congresso propriamente dito, sessão de autógrafos, uma vez que uma da oradoras da tarde era a Margarida Rebelo Pinto, com o seu livro “Minha Querida Inês”, um agradável chá e já ao fim do dia o regresso a Lisboa, sempre em segurança com a Fidalguia.

Deixo-vos uma pequena amostra do que foi o nosso dia, quem foram os oradores presentes, bem como imagens da maravilhosa e romântica Quinta das Lágrimas…

Quinta das Lágrimas – romântica, bucólica e o berço da grande história de amor de Portugal.

A sobremesa com que nos presentearam, depois de um almoço todo ele fabuloso.

 Os oradores:

Margarida Rebelo Pinto falou-nos de amor, apresentou-nos a sua “Querida Inês” e falou da experiência que foi escrever este livro, de como ficou a conhecer melhor a nossa história e a história desta grande mulher, de como passou a apreciá-la ainda mais e por isso chamou a esta obra “Minha Querida Inês”.
Miguel Júdice – o anfitrião e moderador deste congresso.
Pinto Amaral – Poeta, escritor, enciclopédia literária. Fabulosa foi também a sua intervenção.
Manuel Antunes – cardiologista e cirurgião, falou-nos do coração.

Os nossos agradecimentos à Quinta das Lágrimas e à Fidalguia que proporcionaram este dia e uma discussão inteligente e pertinente sobre aquilo que faz parte da vida de todos nós e nos move – O Amor.

Em mês de São Valentim, amem muito*

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